Moradores das cidades de Limeira (SP), Paulínia (SP),
Hortolândia (SP) e Monte Mor (SP) têm manifestado forte descontentamento com as
características da água que chega às torneiras. Os relatos apontam para
alterações visíveis na cor, além de um gosto e cheiro desagradáveis que têm
gerado insegurança na população.
Os relatos apontam para alterações visíveis na cor, além de
um gosto e cheiro desagradáveis que têm gerado insegurança na população
Os relatos apontam para alterações visíveis na cor, além de
um gosto e cheiro desagradáveis que têm gerado insegurança na população
Moradores das cidades de Limeira (SP), Paulínia (SP),
Hortolândia (SP) e Monte Mor (SP) têm manifestado forte descontentamento com as
características da água que chega às torneiras. Os relatos apontam para
alterações visíveis na cor, além de um gosto e cheiro desagradáveis que têm
gerado insegurança na população.
Em Paulínia, a situação é descrita como um "verdadeiro pesadelo" por uma moradora do bairro João Aranha. Ela afirma que a água apresenta um odor insuportável, semelhante a esgoto ou mofo, tornando-a imprópria para o consumo e até para o banho. Além da qualidade do produto, há críticas quanto ao atendimento prestado pelas concessionárias e ao valor das taxas cobradas frente ao serviço entregue.
“Todas as vezes em que tive algum imprevisto e atrasei uma
conta, o corte no fornecimento aconteceu rapidamente, sem aviso e sem qualquer
abertura para negociação. Ou seja, para cobrar e cortar, o serviço funciona.
Mas para entregar água tratada e prestar um atendimento digno, não”, afirma a
paulinense Michelly Akivia Garcia.
Em Hortolândia, a situação é parecida. Uma moradora também
relata a água apresenta forte odor de mofo/podre, tornando-se imprópria para
consumo e uso doméstico, o que representa um sério risco à saúde da minha
família.
"SABESP, venho por meio deste comentário registrar uma
reclamação formal sobre a qualidade da água fornecida em minha residência. […]
Solicito providências imediatas, com verificação urgente na rede de
abastecimento e retorno à população afetada. Caso não haja solução rápida,
tomarei as medidas cabíveis junto aos órgãos responsáveis. Aguardo
posicionamento com a máxima urgência", afirma Regiane Ferreira em uma rede
social.
O que dizem as concessionárias
A BRK, responsável pelo serviço em Limeira, informou em nota que a água distribuída segue rigorosamente os padrões de controle definidos pelo Ministério da Saúde. Segundo a empresa, são realizadas, em média, mais de 800 análises diárias em diferentes etapas — desde a captação da água bruta até a rede de distribuição — e não houve qualquer alteração no processo de tratamento.
Já a Sabesp, que atende municípios como Paulínia e Hortolândia, esclareceu que variações naturais nos mananciais podem causar alterações sensoriais no gosto e no cheiro da água. A companhia ressaltou que monitora todo o sistema e realiza mais de 170 mil análises mensais para garantir que a água permaneça potável e segura para o uso.