Decisão foi tomada durante assembleia realizada nesta quinta (20)
Após 20 dias de paralisação, os petroleiros grevistas da Replan (Refinaria de Paulínia) suspenderam o movimento em Paulínia. A greve, que ocorreu em várias refinarias do país, foi motivada pela demissão em massa de profissionais em uma unidade do Paraná, somada ao não cumprimento do acordo coletivo de trabalho.
A decisão de suspensão da greve ocorreu após uma assembleia realizada na tarde de ontem, na sede do Sindipetro (Sindicato dos Petroleiros) em Campinas. Uma nova reunião será feita na Replan, em Paulínia, e outra no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, nesta sexta (21).
Apesar da decisão de suspensão, o sindicato afirma que a paralisação na Replan pode ser retomada.
Segundo a FUP (Federação Única dos Petroleiros), houve a demissão sem negociação e sem respeitar o acordo coletivo de trabalho. Além disso, os funcionários reivindicam mudanças nas tabelas de turnos, negociações da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), entre outros motivos.
Após 20 dias de paralisação, os petroleiros grevistas da Replan (Refinaria de Paulínia) suspenderam o movimento em Paulínia. A greve, que ocorreu em várias refinarias do país, foi motivada pela demissão em massa de profissionais em uma unidade do Paraná, somada ao não cumprimento do acordo coletivo de trabalho.
A decisão de suspensão da greve ocorreu após uma assembleia realizada na tarde de ontem, na sede do Sindipetro (Sindicato dos Petroleiros) em Campinas. Uma nova reunião será feita na Replan, em Paulínia, e outra no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, nesta sexta (21).
Apesar da decisão de suspensão, o sindicato afirma que a paralisação na Replan pode ser retomada.
No país
Em todo o país, mais de sete mil funcionários em dez estados participam da greve, iniciada em 1° de fevereiro, contra as mil demissões feitas pela Petrobras na Fafen-PR (Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná). O fechamento da fábrica foi anunciado pela Petrobras em janeiro.Segundo a FUP (Federação Única dos Petroleiros), houve a demissão sem negociação e sem respeitar o acordo coletivo de trabalho. Além disso, os funcionários reivindicam mudanças nas tabelas de turnos, negociações da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), entre outros motivos.
