Após 13 dias, a greve dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) terminou em Campinas nesta segunda-feira. A proposta feita ao sindicato, porém, foi recusada em assembleia. A paralisação era contra a possível privatização da empresa e reivindicava também melhores condições de trabalho.
O sindicato informa que os funcionários ainda estão em estado de greve. “Adotamos essa postura (de voltar ao trabalho) após o movimento perder força com a saída dos sindicatos das regiões de Ribeirão Preto, Bauru, Vale do Paraíba, São Paulo e Rio de Janeiro. Resolvemos retornar às atividades às 22h de ontem”, disse o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Correios, Telégrafos e Similares da Região (Sintect/Cas), José Ivaldo da Silva.
Para ele, a entidade, que tem cerca de quatro mil sindicalizados e atende 83 municípios, continua enfrentando problemas sérios como a falta de escolta para os agentes nas ruas e mais seguranças nas agências. O número de trabalhadores que cruzaram os braços não foi divulgado.
Em nota, a ECT informou que os empregados irão compensar os dias parados. “Iremos trabalhar duas horas a mais por dia durante a semana e quatro horas nos sábados”, reintera Ivaldo.
A nota diz ainda que, durante a paralisação, para minimizar os impactos à população, os Correios implantaram um Plano de Continuidade de Negócios, que incluiu ações como deslocamento de empregados entre as unidades, apoio de pessoal administrativo e realização de horas extras.
De acordo com a ECT, nos últimos dois anos, a empresa apresentou prejuízos que somam, aproximadamente, R$ 4 bilhões, sendo que 65% desse total correspondem a despesas de pessoal.
Fonte: Correio Popular
O sindicato informa que os funcionários ainda estão em estado de greve. “Adotamos essa postura (de voltar ao trabalho) após o movimento perder força com a saída dos sindicatos das regiões de Ribeirão Preto, Bauru, Vale do Paraíba, São Paulo e Rio de Janeiro. Resolvemos retornar às atividades às 22h de ontem”, disse o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Correios, Telégrafos e Similares da Região (Sintect/Cas), José Ivaldo da Silva.
Para ele, a entidade, que tem cerca de quatro mil sindicalizados e atende 83 municípios, continua enfrentando problemas sérios como a falta de escolta para os agentes nas ruas e mais seguranças nas agências. O número de trabalhadores que cruzaram os braços não foi divulgado.
Em nota, a ECT informou que os empregados irão compensar os dias parados. “Iremos trabalhar duas horas a mais por dia durante a semana e quatro horas nos sábados”, reintera Ivaldo.
A nota diz ainda que, durante a paralisação, para minimizar os impactos à população, os Correios implantaram um Plano de Continuidade de Negócios, que incluiu ações como deslocamento de empregados entre as unidades, apoio de pessoal administrativo e realização de horas extras.
De acordo com a ECT, nos últimos dois anos, a empresa apresentou prejuízos que somam, aproximadamente, R$ 4 bilhões, sendo que 65% desse total correspondem a despesas de pessoal.
Fonte: Correio Popular
