Distribuidora de combustível de Paulínia dá aviso prévio de 30 dias a seus 200 funcionários e ameaça baixar as portas caso Justiça não devolva seu registro
A Aspen Distribuidora de Combustíveis, de Paulínia, deu aviso prévio de 30 dias para os cerca de seus 200 trabalhadores. O comunicado foi feito em uma assembleia ocorrida na empresa nesta segunda-feira, dia 1º de maio.
O anúncio da liberação em massa dos avisos de demissão foi feito pela Aspen no Dia do Trabalho para tentar sensibilizar a Justiça e conseguir com que ela reverta a cassação de seu registro feita pelo governo estadual no mês passado.
A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia Regional Tributária de Campinas, cassou a inscrição estadual da Aspen sob a acusação de embaraço à fiscalização e simulação de operações de combustíveis.
A empresa aparece como uma das 20 maiores devedoras na lista ativa do Estado. A dívida dela com o ICMS é R$ 500 milhões. As atividades comerciais da Aspen foram suspensas no dia 17 de abril, quando ainda mantinha o fornecimento de etanol.
Apelo
A distribuidora informou que, se seu apelo para reverter a cassação do registro não for atendido pela Justiça, encerrará suas operações e demitirá seus 200 funcionários. A Aspen opera há 22 anos e nos últimos cinco enfrenta um processo de recuperação judicial.
A empresa esclareceu em nota que durante o processo de recuperação judicial “vem cumprindo rigorosamente com seus compromissos financeiros, pagando as dívidas e mantendo a manutenção e subsistência de 200 famílias que residem nas cidades de Paulínia, Campinas, São Paulo, Guarulhos e Assis”.
Negação
A Aspen nega as acusações. Segundo a direção, “o pedido de cassação de registro da empresa pelo governo, alegando embaraço à fiscalização e simulação de operações de combustíveis, é um ato totalmente arbitrário e uma forma de retaliação em face de seus sucessivos ganhos na Justiça de cobranças indevidas de imposto”.
A empresa admitiu que não tem nenhum plano demissional por falta de dinheiro em caixa e que os funcionários correm risco de ficar sem receber suas verbas rescisórias. O sindicato da categoria também tem se mostrado preocupado com a situação e adiantou que irá conversar com os funcionários da distribuidora.
Fonte: Paulínia 24 Horas Noticias
A Aspen Distribuidora de Combustíveis, de Paulínia, deu aviso prévio de 30 dias para os cerca de seus 200 trabalhadores. O comunicado foi feito em uma assembleia ocorrida na empresa nesta segunda-feira, dia 1º de maio.
O anúncio da liberação em massa dos avisos de demissão foi feito pela Aspen no Dia do Trabalho para tentar sensibilizar a Justiça e conseguir com que ela reverta a cassação de seu registro feita pelo governo estadual no mês passado.
A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia Regional Tributária de Campinas, cassou a inscrição estadual da Aspen sob a acusação de embaraço à fiscalização e simulação de operações de combustíveis.
A empresa aparece como uma das 20 maiores devedoras na lista ativa do Estado. A dívida dela com o ICMS é R$ 500 milhões. As atividades comerciais da Aspen foram suspensas no dia 17 de abril, quando ainda mantinha o fornecimento de etanol.
Apelo
A distribuidora informou que, se seu apelo para reverter a cassação do registro não for atendido pela Justiça, encerrará suas operações e demitirá seus 200 funcionários. A Aspen opera há 22 anos e nos últimos cinco enfrenta um processo de recuperação judicial.
A empresa esclareceu em nota que durante o processo de recuperação judicial “vem cumprindo rigorosamente com seus compromissos financeiros, pagando as dívidas e mantendo a manutenção e subsistência de 200 famílias que residem nas cidades de Paulínia, Campinas, São Paulo, Guarulhos e Assis”.
Negação
A Aspen nega as acusações. Segundo a direção, “o pedido de cassação de registro da empresa pelo governo, alegando embaraço à fiscalização e simulação de operações de combustíveis, é um ato totalmente arbitrário e uma forma de retaliação em face de seus sucessivos ganhos na Justiça de cobranças indevidas de imposto”.
A empresa admitiu que não tem nenhum plano demissional por falta de dinheiro em caixa e que os funcionários correm risco de ficar sem receber suas verbas rescisórias. O sindicato da categoria também tem se mostrado preocupado com a situação e adiantou que irá conversar com os funcionários da distribuidora.
Fonte: Paulínia 24 Horas Noticias
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