Trabalhadores do transporte urbano e empresários não se entenderam em encontro no final da manhã desta quinta-feira na Passaredo
Motoristas e cobradores do transporte urbano de Paulínia entraram no segundo dia da greve sem fechar acordo com empresários na reunião do final da manhã desta quinta-feira, dia 16, na Passaredo.
A empresa aceitou somente reajustar em 9,89% os salários dos trabalhadores que realizam o transporte escolar para a Prefeitura. E esses ônibus já começaram a retomar os serviços a partir do meio-dia.
Para motoristas e cobradores do transporte urbano, a Passaredo não apresentou nenhuma proposta de aumento salarial e a greve continua. Esses trabalhadores também querem ao menos 9,89% de reajuste.
O índice de 9,89% corresponde à inflação dos últimos 12 meses medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
A Passaredo também obteve reajuste de 9,89% na ajuda financeira dada pela Prefeitura à empresa: de R$ 1,60 para R$ 1,85. O valor da passagem para a população segue R$ 1,00.
Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região, Izael Soares de Almeida, os ônibus escolares são proibidos de transportar passageiros. “Só podem levar crianças”, disse.
Quanto à exigência da Prefeitura de 70% da frota estar nas ruas durante a greve, Almeida ressaltou que o sindicato não recebeu nenhuma notificação judicial sobre o assunto. “E nós trabalhamos com decisão da Justiça.”
Paulínia 24H Noticias
