RMC vive um de seus piores momentos no desemprego desde 2007

PAULÍNIA, ARTUR NOGUEIRA E ENGENHEIRO COELHO ESTÃO ENTRE AS CIDADES COM MAIOR ÍNDICE

A RMC (Região Metropolitana de Campinas) vive um de seus piores momentos no desemprego desde 2007, pesquisa divulgada ACIC (Associação Comercial e Industrial de Campinas). A taxa de desocupação supera inclusive 2008 e 2009, auge da crise econômica internacional.

Segundo a associação, em julho havia 91.992 pessoas à procura de emprego na região, o correspondente a 5,57% da PEA (População Economicamente Ativa) nas 20 cidades do bloco. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando buscavam oportunidade no mercado 73.192 moradores, o desemprego regional registrou aumento de 25,6%. Em 2007, o índice de desemprego era de 7,6%.

A última cidade a entrar para a RMC, Morungaba, com 12.779 habitantes, lidera o ranking de desocupação. Com 21,53% dos 9.503 moradores que estão fora do mercado de trabalho. Artur Nogueira (13,10%), Engenheiro Coelho (12,90%) e Paulínia (12,51%) também estão entre as mais afetadas pelo cenário de desemprego.

Na outra ponta, Santa Bárbara d'Oeste (2,7%), Indaiatuba (3,36%) e Vinhedo (3,44%) têm as menores taxas de desocupação na região. Especialistas citam o baixo desempenho da indústria e a ausência de incentivo para os setores econômicos além da crise no mercado internacional.

Conforme o IPC Maps 2014 (Índice de Projeção de Consumo), a RMC é a segunda do Estado com maior capacidade de compra. A estimativa para o ano é de que a população, superior a 3 milhões de habitantes, gaste R$ 66,2 bilhões até dezembro. A RMC está atrás somente da RMSP (Região Metropolitana de São Paulo), cujo poder de consumo tem previsão de R$ 448,5 bilhões este ano.


Portal de Paulínia

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