Paulínia (SP) deu início a implantação do programa "Farmácia Viva", que consiste no cultivo e distribuição à população de plantas medicinais em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade. O início do cultivo é previso para abril. Em 2019 a falta de remédios é um dos problemas da saúde no município. Veja mais informações abaixo.
De acordo com a administração, a iniciativa tem o objetivo de realizar o cultivo, conservação e utilização de plantas medicinais no tratamento de doenças. As mudas foram doadas pelo Jardim Botânico.
Segundo a terapeuta ocupacional do Programa de Práticas Integrativas e Complementares (Pratic) Eliane Figueiredo, que é parceiro do projeto, estão sendo feitas reuniões entre a comunidade e os gestores de cada UBS para avaliar quais plantas devem ser oferecidas. Seis das 10 UBSs do município já foram visitadas.
A terapeuta afirma que a próxima etapa é promover uma oficina de compostagem com a população no fim de março para, em seguida, dar início ao plantio.
"A ideia é que a própria comunidade, junto com a UBS, faça a manutenção. Eles vão fazer o plantio, a rega, tirar as pragas, fazer a colheita e, junto com a farmácia, isso vai ser distribuído", diz Eliane.
Depois de implantada nas UBSs, a Farmácia Viva deve ser ampliada para outras unidades da rede de saúde do município, como a Saúde Mental e o Centro de Geriatria. Os tratamentos com o uso de plantas medicinais só serão realizados mediante prescrição médica.
A crise na saúde do município gerou uma fila de 1,5 mil pessoas para cirurgias eletivas, consultas com até um ano de atraso, e uma dívida estimada em pelo menos R$ 56 milhões.
De acordo com a administração, a iniciativa tem o objetivo de realizar o cultivo, conservação e utilização de plantas medicinais no tratamento de doenças. As mudas foram doadas pelo Jardim Botânico.
Segundo a terapeuta ocupacional do Programa de Práticas Integrativas e Complementares (Pratic) Eliane Figueiredo, que é parceiro do projeto, estão sendo feitas reuniões entre a comunidade e os gestores de cada UBS para avaliar quais plantas devem ser oferecidas. Seis das 10 UBSs do município já foram visitadas.
A terapeuta afirma que a próxima etapa é promover uma oficina de compostagem com a população no fim de março para, em seguida, dar início ao plantio.
"A ideia é que a própria comunidade, junto com a UBS, faça a manutenção. Eles vão fazer o plantio, a rega, tirar as pragas, fazer a colheita e, junto com a farmácia, isso vai ser distribuído", diz Eliane.
Depois de implantada nas UBSs, a Farmácia Viva deve ser ampliada para outras unidades da rede de saúde do município, como a Saúde Mental e o Centro de Geriatria. Os tratamentos com o uso de plantas medicinais só serão realizados mediante prescrição médica.
Crise na saúde
Em outubro de 2019, o secretário de saúde, Fábio Luiz Alves, afirmou à EPTV, que faltavam remédios e insumos nas unidades de saúde da cidade. À época, a Justiça concedeu liminar ao Ministério Público e determinou que a Prefeitura abrisse licitações para compra dos medicamentos.A crise na saúde do município gerou uma fila de 1,5 mil pessoas para cirurgias eletivas, consultas com até um ano de atraso, e uma dívida estimada em pelo menos R$ 56 milhões.
