Du Cazellato (PSDB) tomou posse do cargo em 4 de outubro e dados foram obtidos com exclusividade pela EPTV, afiliada da TV Globo. Secretaria de Saúde planeja ações.
O prefeito de Paulínia (SP), Du Cazellato (PSDB), que assumiu no dia 4 de outubro, tomou conhecimento da situação do município e expôs parte dos problemas. A EPTV, afiliada da TV Globo, conseguiu com exclusividade dados sobre a saúde e as finanças da administração. De acordo com o chefe do Executivo, o Hospital Municipal tem uma fila de 1,5 mil pessoas para cirurgias eletivas, consultas com até um ano de atraso, e uma dívida estimada em pelo menos R$ 56 milhões e que será recalculada até dezembro.
O novo secretário de saúde, Fábio Luiz Alves, afirmou que também faltam remédios e insumos nas unidades de saúda da cidade. Para resolver o problema, segundo ele, os medicamentos serão comprados e as filas de consulta e cirurgias serão zeradas com as realizações de mutirões.
"Paulínia tem uma grande capacidade na assistência farmacêutica de ofertar 600 medicamentos enquanto proposta do município, hoje faltam 70 [...] de doenças crônicas como hipertensão, diabetes. Até o final deste mês a gente vai regularizando 50% dos problemas da falta de medicamentos", destacou o titular da pasta ao mencionar que o governo trabalha em licitações para reposição de materiais.
No dia 2 de setembro, a Justiça concedeu uma liminar ao Ministério Público (MP) e determinou que a Prefeitura de Paulínia promova a retomada de serviços públicos parados no hospital municipal. De acordo com a decisão, a administração deve abrir licitações para compra de medicamentos e insumos que permitam o retorno de cirurgias eletivas. O Executivo precisa cumprir a decisão no prazo de 60 dias.
"Até o dia 24 deste mês, dar conta do agendamento das dez cirurgias [ortopédicas]. Nós já fizemos a solicitação, a compra, já começamos a receber os materiais para essas cirurgias", diz Alves sobre os procedimentos à espera para solução. A secretaria também planeja ações para reduzir a fila de eletivas.
"A gente vai fazer o processo de mutirão, como se fosse intervenção de hospital, para poder girar áreas de urologia, cirurgia geral e ginecologia. A gente está organizando a terceira semana deste mês para dar andamento, talvez mais dois ou três meses adiante para conseguir superar", explica o secretário.
O governo destacou que a atual gestão já pagou R$ 10 milhões a fornecedores e trabalha em um "pente-fino" nos atuais contratos. Cazellato vai governar Paulínia até dezembro de 2020 e pode se candidatar à reeleição no pleito municipal do ano que vem. Ele recebeu 26,99% dos votos válidos na eleição suplementar do dia 1º de setembro, convocada após a cassação do ex-prefeito Dixon Carvalho (PP) e do vice Sandro Caprino (PRB) por abuso de poder econômico no período eleitoral de 2016. O município estava com administração interina desde novembro. O tucano será o 13º prefeito em sete anos.
No entanto, em dezembro, após a eleição da nova mesa diretora da Câmara para o biênio 2019/2020, o vereador Antônio Ferrari (DC), conhecido como Loira, foi escolhido como novo presidente do Legislativo e reivindicou a cadeira de prefeito. Depois de uma briga judicial que durou 23 dias, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) decidiu pela saída de Cazellato e determinou que Loira ficasse no comando de Paulínia até a posse do novo prefeito eleito na eleição suplementar.
O prefeito de Paulínia (SP), Du Cazellato (PSDB), que assumiu no dia 4 de outubro, tomou conhecimento da situação do município e expôs parte dos problemas. A EPTV, afiliada da TV Globo, conseguiu com exclusividade dados sobre a saúde e as finanças da administração. De acordo com o chefe do Executivo, o Hospital Municipal tem uma fila de 1,5 mil pessoas para cirurgias eletivas, consultas com até um ano de atraso, e uma dívida estimada em pelo menos R$ 56 milhões e que será recalculada até dezembro.
O novo secretário de saúde, Fábio Luiz Alves, afirmou que também faltam remédios e insumos nas unidades de saúda da cidade. Para resolver o problema, segundo ele, os medicamentos serão comprados e as filas de consulta e cirurgias serão zeradas com as realizações de mutirões.
"Paulínia tem uma grande capacidade na assistência farmacêutica de ofertar 600 medicamentos enquanto proposta do município, hoje faltam 70 [...] de doenças crônicas como hipertensão, diabetes. Até o final deste mês a gente vai regularizando 50% dos problemas da falta de medicamentos", destacou o titular da pasta ao mencionar que o governo trabalha em licitações para reposição de materiais.
No dia 2 de setembro, a Justiça concedeu uma liminar ao Ministério Público (MP) e determinou que a Prefeitura de Paulínia promova a retomada de serviços públicos parados no hospital municipal. De acordo com a decisão, a administração deve abrir licitações para compra de medicamentos e insumos que permitam o retorno de cirurgias eletivas. O Executivo precisa cumprir a decisão no prazo de 60 dias.
"Até o dia 24 deste mês, dar conta do agendamento das dez cirurgias [ortopédicas]. Nós já fizemos a solicitação, a compra, já começamos a receber os materiais para essas cirurgias", diz Alves sobre os procedimentos à espera para solução. A secretaria também planeja ações para reduzir a fila de eletivas.
"A gente vai fazer o processo de mutirão, como se fosse intervenção de hospital, para poder girar áreas de urologia, cirurgia geral e ginecologia. A gente está organizando a terceira semana deste mês para dar andamento, talvez mais dois ou três meses adiante para conseguir superar", explica o secretário.
O governo destacou que a atual gestão já pagou R$ 10 milhões a fornecedores e trabalha em um "pente-fino" nos atuais contratos. Cazellato vai governar Paulínia até dezembro de 2020 e pode se candidatar à reeleição no pleito municipal do ano que vem. Ele recebeu 26,99% dos votos válidos na eleição suplementar do dia 1º de setembro, convocada após a cassação do ex-prefeito Dixon Carvalho (PP) e do vice Sandro Caprino (PRB) por abuso de poder econômico no período eleitoral de 2016. O município estava com administração interina desde novembro. O tucano será o 13º prefeito em sete anos.
'Segundo mandato'
Cazellato ficou 76 dias à frente do governo de Paulínia entre novembro de 2018 e janeiro deste ano. Ele era presidente da Câmara de Vereadores à época da cassação de Dixon Carvalho e, por isso, foi convocado a assumir o Executivo pelo juiz eleitoral da cidade.No entanto, em dezembro, após a eleição da nova mesa diretora da Câmara para o biênio 2019/2020, o vereador Antônio Ferrari (DC), conhecido como Loira, foi escolhido como novo presidente do Legislativo e reivindicou a cadeira de prefeito. Depois de uma briga judicial que durou 23 dias, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) decidiu pela saída de Cazellato e determinou que Loira ficasse no comando de Paulínia até a posse do novo prefeito eleito na eleição suplementar.
