Cidade passou período com 'dois prefeitos' administrando e tomando decisões como exonerações de secretários. Du Cazelatto concedeu a primeira entrevista desde que assumiu em novembro de 2018.
O prefeito interino de Paulínia, Du Cazelatto (PSDB), admitiu na manhã desta quinta-feira (10) que o Executivo tem encontrado dificuldades em pagamentos de fornecedores, inclusive de medicamentos. Segundo Cazelatto, o problema surgiu depois de pedidos de bloqueios das contas da administração municipal em dois bancos, solicitados pelo atual presidente da Câmara Municipal, Antônio Ferrari (DC), conhecido como Loira.
“Hoje, estamos com algumas pendências de pagamentos de remédios e de vários fornecedores”, disse Cazelatto.
Por um impasse em relação a quem deveria ocupar o cargo, Cazelatto e Loira chegaram a despachar ambos como prefeitos da cidade de sexta-feira dia 4 até segunda, dia 7. Ferrari iniciou uma briga judicial para assumir o comando do Executivo, pois entende ser o substituto natural do prefeito e vice-cassados, Dixon Carvalho (PP) e Sandro Caprino (PRB), respectivamente. Ambos foram cassados em novembro de 2018 pela Justiça Eleitoral porque não tiveram as contas da campanha de 2016 aprovadas.
Loira foi empossado como prefeito por vereadores no dia 4 de janeiro. Após esta decisão do Legislativo, ele fez exonerações e duas nomeações, além de pedir o bloqueio das contas, segundo o prefeito interino Du Cazelatto.
Na última quarta-feira (9), a Justiça negou o pedido de Loira para assumir a prefeitura. O juiz Bruno Luiz Cassiolato, da 1ª Vara de Paulínia, seguiu a recomendação do Ministério Público que solicitou à Câmara para que a posse fosse anulada. Ele entendeu que o pedido não procede, já que a posse do presidênte da Câmara como prefeito só é válida quando o cargo fica vago, o que só aconteceu em novembro, com a cassação de Dixon.
A decisão do juíz ainda cabe recurso, mas a defesa de Cazelatto está confiante.
"Estamos muito serenos e tranquilos com a decisão que foi tomada, e confiamos que ela será mantida em eventual recurso. O prefeito Du Cazellato continuará gerindo a cidade até a realização de novas eleições suplementares na forma da lei", disse Marcelo Pelegrini.
O advogado defende que o cargo de prefeito não está vago, como alega a defesa de Loira.
Fonte: G1
O prefeito interino de Paulínia, Du Cazelatto (PSDB), admitiu na manhã desta quinta-feira (10) que o Executivo tem encontrado dificuldades em pagamentos de fornecedores, inclusive de medicamentos. Segundo Cazelatto, o problema surgiu depois de pedidos de bloqueios das contas da administração municipal em dois bancos, solicitados pelo atual presidente da Câmara Municipal, Antônio Ferrari (DC), conhecido como Loira.
“Hoje, estamos com algumas pendências de pagamentos de remédios e de vários fornecedores”, disse Cazelatto.
Por um impasse em relação a quem deveria ocupar o cargo, Cazelatto e Loira chegaram a despachar ambos como prefeitos da cidade de sexta-feira dia 4 até segunda, dia 7. Ferrari iniciou uma briga judicial para assumir o comando do Executivo, pois entende ser o substituto natural do prefeito e vice-cassados, Dixon Carvalho (PP) e Sandro Caprino (PRB), respectivamente. Ambos foram cassados em novembro de 2018 pela Justiça Eleitoral porque não tiveram as contas da campanha de 2016 aprovadas.
Loira foi empossado como prefeito por vereadores no dia 4 de janeiro. Após esta decisão do Legislativo, ele fez exonerações e duas nomeações, além de pedir o bloqueio das contas, segundo o prefeito interino Du Cazelatto.
Na última quarta-feira (9), a Justiça negou o pedido de Loira para assumir a prefeitura. O juiz Bruno Luiz Cassiolato, da 1ª Vara de Paulínia, seguiu a recomendação do Ministério Público que solicitou à Câmara para que a posse fosse anulada. Ele entendeu que o pedido não procede, já que a posse do presidênte da Câmara como prefeito só é válida quando o cargo fica vago, o que só aconteceu em novembro, com a cassação de Dixon.
A decisão do juíz ainda cabe recurso, mas a defesa de Cazelatto está confiante.
"Estamos muito serenos e tranquilos com a decisão que foi tomada, e confiamos que ela será mantida em eventual recurso. O prefeito Du Cazellato continuará gerindo a cidade até a realização de novas eleições suplementares na forma da lei", disse Marcelo Pelegrini.
O advogado defende que o cargo de prefeito não está vago, como alega a defesa de Loira.
Fonte: G1
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