Paulínia e Vinhedo fecham 1º semestre com taxa de desemprego em 18%; média da RMC é de 12,25%, segundo Acic

Paulínia (SP) e Vinhedo (SP) encerraram o primeiro semestre de 2018 com taxa de desemprego em 18%,98 e 18,30%, respectivamente, segundo dados divulgados pela Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic) divulgados nesta segunda-feira (6).

Já o percentual da Região Metropolitana de Campinas (RMC) registrado no mesmo período foi de 12,25%.

O levantamento destaca ainda Morungaba (SP), que tem 13 mil moradores, e apresentou índice de desempregados em 18,32%.

Segundo o economista Laerte Martins da Acic, Morungaba tem parte dos trabalhadores morando em municípios vizinhos. E, por isso, o percentual foi alto, não representando o perfil real em relação aos demais municípios da região.

A População Economicamente Ativa (PEA) é de 14,5 mil pessoas, ou seja, maior do que a população que vive no município.

A cidade também foi incluída na RMC em 2014. Desta forma, não há um histórico tão completo como nas demais 19 cidades no banco de dados da Acic.

Por que 18% ?
Para o economista da Acic, a crise econômica que atingiu as empresas e a Petrobras influenciaram os dados negativos de Paulínia.

“A crise lá é a situação do impacto na atividade petrolífera. Há três anos a taxa lá ficava em 9%”, explica o economista.
Sobre Vinhedo, município de 75 mil moradores, o percentual acima da média da RMC está ligado à crise que atingiu grandes empresas do ramo de transportes e alimentos, segundo a entidade. “Há três anos a taxa não passava dos 10%”, completa o economista.

Monte Mor
O mesmo levantamento da Acic aponta taxa de desemprego em Monte Mor em 7,97%, a menor da RMC.

Para a Acic, a cidade de 57 mil habitantes se recuperou no setor de serviços e as indústrias ligadas ao ramo de tecidos.

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