Tumulto no auditório da Câmara de Paulínia entre correligionários e oposicionistas do governo Dixon marcou a sessão dos vereadores da noite desta terça-feira
Um bate-boca entre correligionários e oposicionistas do governo Dixon de Carvalho (PP) no auditório da Câmara de Paulínia marcou a 7ª sessão ordinária dos vereadores na noite desta terça-feira, dia 25. O presidente do Legislativo, Du Cazellato (PSDB), precisou chamar a Guarda Municipal para acalmar os ânimos e seguir com a reunião.
O clima de tensão entre prós e contras do governo municipal presente no dia a dia nas redes sociais nessa noite invadiu a Câmara de Vereadores. Secretários municipais, diretores, assessores e membros do governo municipal dividiram o auditório lotado com a população em geral e também com oposicionistas.
Após a abertura da sessão e lidas todas as indicações, os vereadores começaram a discursar. Primeiro Kiko Meschiatti (PRP) e depois Tiguila Paes (PPS). Os dois voltaram a acusar o prefeito Dixon de superfaturamento na merenda, a criticar o descaso do governo com a Saúde, a falta de remédios e o caos no Hospital Municipal.
Quando Marquinho Fiorella (PSB) ia falar sobre o aterro sanitário, teve início um tumulto e bate-boca entre correligionários de Dixon e oposicionistas no auditório. A sessão foi suspensa por cerca de 10 minutos até que a situação voltasse a ser controlada por guardas municipais que dão segurança durante os trabalhos legislativos.
Votações
Após a retomada da sessão, os vereadores aprovaram os dois pedidos de urgências do prefeito na tramitação dos projetos de lei do Executivo que cria o programa de Recuperação de Crédito (Recred) 2017 e que cede prédio no complexo Rodoviária/Shopping para transferência do Fórum de Paulínia.
Os vereadores também aprovaram na sessão, em segunda votação, a proposta de lei do Executivo que cria a “transição democrática de governo” em Paulínia, dentre outros projetos, como de denominações de vias públicas, alterações no código tributário e em meta do Plano Municipal de Educação, além de indicações, requerimentos e moções.
Fonte: Paulínia 24 Horas Noticias
Um bate-boca entre correligionários e oposicionistas do governo Dixon de Carvalho (PP) no auditório da Câmara de Paulínia marcou a 7ª sessão ordinária dos vereadores na noite desta terça-feira, dia 25. O presidente do Legislativo, Du Cazellato (PSDB), precisou chamar a Guarda Municipal para acalmar os ânimos e seguir com a reunião.
O clima de tensão entre prós e contras do governo municipal presente no dia a dia nas redes sociais nessa noite invadiu a Câmara de Vereadores. Secretários municipais, diretores, assessores e membros do governo municipal dividiram o auditório lotado com a população em geral e também com oposicionistas.
Após a abertura da sessão e lidas todas as indicações, os vereadores começaram a discursar. Primeiro Kiko Meschiatti (PRP) e depois Tiguila Paes (PPS). Os dois voltaram a acusar o prefeito Dixon de superfaturamento na merenda, a criticar o descaso do governo com a Saúde, a falta de remédios e o caos no Hospital Municipal.
Quando Marquinho Fiorella (PSB) ia falar sobre o aterro sanitário, teve início um tumulto e bate-boca entre correligionários de Dixon e oposicionistas no auditório. A sessão foi suspensa por cerca de 10 minutos até que a situação voltasse a ser controlada por guardas municipais que dão segurança durante os trabalhos legislativos.
Votações
Após a retomada da sessão, os vereadores aprovaram os dois pedidos de urgências do prefeito na tramitação dos projetos de lei do Executivo que cria o programa de Recuperação de Crédito (Recred) 2017 e que cede prédio no complexo Rodoviária/Shopping para transferência do Fórum de Paulínia.
Os vereadores também aprovaram na sessão, em segunda votação, a proposta de lei do Executivo que cria a “transição democrática de governo” em Paulínia, dentre outros projetos, como de denominações de vias públicas, alterações no código tributário e em meta do Plano Municipal de Educação, além de indicações, requerimentos e moções.
Fonte: Paulínia 24 Horas Noticias
