As influências do crime organizado no Estado de São Paulo podem ter chegado à Câmara de Paulínia. Uma ação judicial movida pelo MPE (Ministério Público Estadual) que corre em sigilo no município e foi confirmada (ao Jornal online Tododia) aponta indícios de que membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) financiaram a campanha de um vereador da cidade. O nome do parlamentar não foi divulgado.
Promotor eleitoral que sustenta a acusação, André Lucke assumiu a área no último dia 4 de janeiro. O processo foi entregue à Justiça Eleitoral de Paulínia pela promotora Fernanda Elias de Carvalho, em dezembro de 2016 e ainda não há nenhuma decisão sobre o caso.
A discussão sobre a participação do PCC na política regional tomou os noticiários em outubro de 2016, quando o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) de Campinas deflagrou a Operação Tormenta e a informação de que o então parlamentar eleito era investigado nela foi divulgada.
Durante a operação, houve troca de tiros em Paulínia, na qual dois suspeitos morreram baleados. A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em Campinas, Sumaré, Paulínia, Itapira, Embu das Artes, São Caetano do Sul, São Paulo e na sede do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico), onde um policial foi preso. Ao todo, 11 pessoas foram presas.
"Ainda não podemos divulgar o nome do candidato. Só posso dizer que há fortes indícios de que sua campanha foi financiada pelo PCC e que ele foi eleito", disse o promotor do Gaeco Daniel Zulian, em outubro de 2016.
"Houve um compartilhamento de informações entre o Gaeco de Campinas e o MPE de Paulínia, a respeito de um fato sobre um vereador de Paulínia. Foi ajuizada uma ação de impugnação de diplomação pelo Ministério Público Eleitoral (...) Não tenho como dar informações sob risco de prejudicar o investigado e pela própria natureza (sigilosa) do processo. Não posso dizer nem se é vereador ou vereadora", explicou André Lucke, responsável pela ação contra o vereador.
A Câmara de Paulínia informou que ainda não foi notificada sobre o assunto. Promotores do Gaeco foram procurados pela reportagem, mas não quiseram se posicionar ou dar informações sobre o caso.
Todo Dia
Promotor eleitoral que sustenta a acusação, André Lucke assumiu a área no último dia 4 de janeiro. O processo foi entregue à Justiça Eleitoral de Paulínia pela promotora Fernanda Elias de Carvalho, em dezembro de 2016 e ainda não há nenhuma decisão sobre o caso.
A discussão sobre a participação do PCC na política regional tomou os noticiários em outubro de 2016, quando o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) de Campinas deflagrou a Operação Tormenta e a informação de que o então parlamentar eleito era investigado nela foi divulgada.
Durante a operação, houve troca de tiros em Paulínia, na qual dois suspeitos morreram baleados. A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em Campinas, Sumaré, Paulínia, Itapira, Embu das Artes, São Caetano do Sul, São Paulo e na sede do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico), onde um policial foi preso. Ao todo, 11 pessoas foram presas.
"Ainda não podemos divulgar o nome do candidato. Só posso dizer que há fortes indícios de que sua campanha foi financiada pelo PCC e que ele foi eleito", disse o promotor do Gaeco Daniel Zulian, em outubro de 2016.
"Houve um compartilhamento de informações entre o Gaeco de Campinas e o MPE de Paulínia, a respeito de um fato sobre um vereador de Paulínia. Foi ajuizada uma ação de impugnação de diplomação pelo Ministério Público Eleitoral (...) Não tenho como dar informações sob risco de prejudicar o investigado e pela própria natureza (sigilosa) do processo. Não posso dizer nem se é vereador ou vereadora", explicou André Lucke, responsável pela ação contra o vereador.
A Câmara de Paulínia informou que ainda não foi notificada sobre o assunto. Promotores do Gaeco foram procurados pela reportagem, mas não quiseram se posicionar ou dar informações sobre o caso.
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