Motoristas e cobradores de ônibus do transporte urbano municipal de Paulínia entraram em greve neste domingo, dia 4. A paralisação é por falta de pagamento da primeira parcela do 13º salário e do vale refeição. A greve deve continuar nesta segunda-feira (5).
Em audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas, na última quarta-feira (30), teria ficado acertado o pagamento da primeira parcela do 13º nesta sexta-feira (2). Uma nova reunião está marcada para esta terça (6) quando deverá ser quitado o salário do mês.
A dívida da Prefeitura com a Passaredo e a LLC Transportes, que fazem o transporte urbano e parte do escolar, teria chegado a R$ 6,7 milhões. O R$ 1 milhão pago pelo Município às empresas no último dia 23 foi usado para acertar o adiantamento de novembro e pôr fim à greve de motoristas e cobradores de dois dias (22 e 23).
A Prefeitura de Paulínia alega queda de 15% na receita do município para justificar sua dívida com as empresas de ônibus. Passaredo e LLC, que são do mesmo grupo, também afirmam que não têm dinheiro para pagar nem o vale refeição dos trabalhadores que venceu no dia 1º.
A Prefeitura de Paulínia classificou a greve deste domingo (4) de “grave flagrante do descumprimento, por parte do sindicato dos trabalhadores e da empresa Passaredo, da decisão da Justiça do Trabalho na última quarta-feira, dia 30.”
Em nota, informou que a “Prefeitura de Paulínia acionará a Justiça para que os responsáveis pela paralisação respondam, com o rigor da lei, a esse ato ilegal e irresponsável, que pegou a todos de surpresa, e que causa muitos danos à população paulinense.”
A Prefeitura de Paulínia garantiu que os pagamentos à Passaredo estão regulares, respeitando o acordo feito na Justiça do Trabalho. “A empresa ainda poderá ser multada pelo município em razão da falha no serviço de transporte.”
Por fim, a Prefeitura reafirmou que garantirá a tarifa do transporte coletivo a R$ 1,00 durante a semana, e grátis aos domingos e feriados, conforme lei municipal de 2009. O sindicato e as empresas de ônibus não responderam os contatos.
Paulínia 24 Horas Noticias
Em audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas, na última quarta-feira (30), teria ficado acertado o pagamento da primeira parcela do 13º nesta sexta-feira (2). Uma nova reunião está marcada para esta terça (6) quando deverá ser quitado o salário do mês.
A dívida da Prefeitura com a Passaredo e a LLC Transportes, que fazem o transporte urbano e parte do escolar, teria chegado a R$ 6,7 milhões. O R$ 1 milhão pago pelo Município às empresas no último dia 23 foi usado para acertar o adiantamento de novembro e pôr fim à greve de motoristas e cobradores de dois dias (22 e 23).
A Prefeitura de Paulínia alega queda de 15% na receita do município para justificar sua dívida com as empresas de ônibus. Passaredo e LLC, que são do mesmo grupo, também afirmam que não têm dinheiro para pagar nem o vale refeição dos trabalhadores que venceu no dia 1º.
A Prefeitura de Paulínia classificou a greve deste domingo (4) de “grave flagrante do descumprimento, por parte do sindicato dos trabalhadores e da empresa Passaredo, da decisão da Justiça do Trabalho na última quarta-feira, dia 30.”
Em nota, informou que a “Prefeitura de Paulínia acionará a Justiça para que os responsáveis pela paralisação respondam, com o rigor da lei, a esse ato ilegal e irresponsável, que pegou a todos de surpresa, e que causa muitos danos à população paulinense.”
A Prefeitura de Paulínia garantiu que os pagamentos à Passaredo estão regulares, respeitando o acordo feito na Justiça do Trabalho. “A empresa ainda poderá ser multada pelo município em razão da falha no serviço de transporte.”
Por fim, a Prefeitura reafirmou que garantirá a tarifa do transporte coletivo a R$ 1,00 durante a semana, e grátis aos domingos e feriados, conforme lei municipal de 2009. O sindicato e as empresas de ônibus não responderam os contatos.
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